Papo Maternativa

[Ins]pirações #6 . O que eu faço me representa?

Leia mais
* Por Rute Bersch A expressão ‘me representa’ é usada para dizer ‘essa pessoa faz o que eu faria’, ou ‘diz o que eu diria’, ou ‘admiro/curto/assino o que essa pessoa manifesta’. E tenho a impressão de que há uma vontade-necessidade crescente de as pessoas mostrarem ‘quem’ e ‘o que’ as representa. O convite-a-pensar que quero fazer hoje é: ‘eu me represento?’. Ou talvez, para ser menos cobrança – uma vez que nós mães já fazemos isso demais –, ‘eu consigo me representar?’. Muitos podem ser os motivos para que não consigamos, na prática, bancar tudo o que pensamos ou acreditamos....

Leia mais

Papo Maternativa

[Ins]pirações #5 . Um pouco mais sobre o tempo

Leia mais
Por Rute Bersch* Desde que Otto começou a perceber o mundo e se comunicar com ele de forma mais intensa e consistente, tenho acompanhado seus olhares e suas curiosidades quando passeamos pela cidade. Uma das primeiras coisas que me marcaram foi a busca por conhecer outras pessoas, independente de quem elas fossem. O olhar dele, sem filtros ou preconceitos, resgatou em mim um olhar adormecido, um sentimento de responsabilidade e uma vontade de cuidado para com as pessoas - e as coisas, e os seres - que convivem comigo diariamente, sobretudo as que o fazem de forma anônima ou quase invisível. Pelo menos até então....

Leia mais

Papo Maternativa

6 Apps incríveis para gerir tempo

Leia mais
Por Pat Borbolla* Um dos assuntos mais comentados e que sempre voltam em diversos posts lá no grupo é a questão da gestão de tempo! Seja por que não sabemos para onde nosso tempo está "fugindo", seja para controlar e definir valor dos nossos produtos, seja para enviar relatório de horas para os clientes, não é verdade? Ainda mais nós, como mães e empreendedoras, sempre vivemos no dilema diário de dar atenção aos filhos, ao(s) negócio(s) e as vezes até da nossa casa. No meu caso, preciso dividir todos os meus dias em algumas frentes: meus filhos, meu casamento, minha saúde...

Leia mais

Papo Maternativa

Cidadania planetária materna e empreendedorismo

Leia mais
Por Carolina Paixão* Há um ano e oito meses minha filha nasceu. Primeira filha. Eu morava em São Paulo, trabalhava no Sesc, inclusive aos finais de semana. Estava a exatamente 5 anos no Sesc e aprendi a amar a cena cultural da cidade, a receber e produzir shows, espetáculos, atividades socioeducativas de pessoas incríveis, além do programa de sustentabilidade da instituição da qual eu era super envolvida. Eu realmente gostava do que eu fazia. Nos primeiros 3 anos eu saia da Zona Oeste até Itaquera (zona leste, uma hora de viagem), todos os dias, sem reclamar! Bom, eu engravidei. Fiquei os últimos dois meses de gestação em licença médica. Pari, e...

Leia mais

Papo Maternativa

Um movimento, muitas línguas – parte 1

Leia mais
Por Fernanda Favaro* No meu último post, eu fiz um apanhado sobre a presença e importância crescente das mães empreendedoras no mundo. Hoje, apresento o primeiro de dois posts sobre algumas das redes que têm me chamado mais a atenção em meu processo de pesquisa sobre o empreendedorismo materno internacional, seja pela proposta de trabalho, pelas sacadas ou pelo chamado ao empoderamento feminino. Acho importante dizer que minha lista vai deixar de fora muitas redes bacanudas desse mundão. É que fica difícil não puxar a sardinha pros países falantes de inglês, português, italiano e espanhol, que são algumas das línguas com as quais a gente tem maior familiaridade. Fico...

Leia mais

Papo Maternativa

Sobre e-mail marketing – parte1

Leia mais
Por Marina Ribeiro* Por conta de um post no Facebook do Maternativa que perguntava sobre e-mail marketing, resolvi dividir a experiência que tenho neste assunto e vou contar a história desde o começo, lá em meados dos anos 90, quando eu tinha minha bebê na faixa de 01 ano. Mãe solo, trabalhava full time em uma multinacional e à noite frequentava as aulas de pós graduação em marketing empresarial. Tenho saudades. Foi um tempo muito gostoso, de muito trabalho, mas faria de novo! Em uma destas aulas, a professora trouxe uma profissional de marketing direto para nos fazer uma palestra. Era...

Leia mais

Sem classificação

Quer ganhar dinheiro? Colabore! [Parte 2]

Leia mais
Por Thaiz Leão* A vida é feita de várias coisas, dentro e fora do nosso controle... mas nós, de dentro pra fora, do eu aos outros: somos a ferramenta daquilo que nos importa. Talvez, talvezzz, esteja na hora de parar, refletir e começar a conscientemente se importar com as coisas certas, mesmo que isso canse (ainda mais se isso cansa). Como já havia dito, no primeiro artigo dessa série, o que realmente importa é a vida, por isso tudo-tudo-tudo deve ser feito com o intuito de dar continuidade ao desenvolvimento pleno, sadio e democrático dela. E a vida (lá vou eu de novo...) é...

Leia mais

Papo Maternativa

Dicas para o Whatsapp

Leia mais
Por Sabrina Wenckstern* Dicas para atender bem e utilizar o Whatsapp com qualidade, sem enloquecer! *Sabrina Wenckstern, 30 anos, é formada em Administração de Empresas, trabalha há mais de 10 anos na área de marketing, é coach e empreendedora materna. Mãe da Isabela, de 19 meses, vai mostrar com seus vídeos a importância da conexão entre trabalho e maternidade como forma de revolucionar a maneira como lidamos com o mercado.

Leia mais

Papo Maternativa

[Ins]pirações #4 . Balde é coisa de mulher

Leia mais
*Por Rute Bersch Num sábado delícia de sol, em que tiramos a manhã pra brincar na praça do bairro, presencieia cena de um pai tirando um baldinho de praia da mão do seu filho, de uns 4 anos, com a seguinte frase: "Balde é coisa de mulher! Devolve pra ela!". Não consigo elencar tudo o que pensei na hora, mas senti uma repentina ânsia de vômito (sem exageros), um nó na garganta, e meus olhos se encherem de lágrimas. Apesar da angústia, emudeci. Infelizmente. Sou do tipo que 'engole-seco-e-fica-pensando-se-realmente-ouviu-o-que-acha-que-ouviu'. As palavras faltam. Uma mistura de pasmice, imobilidade, falta de coragem, um ‘não-querer-julgar’.... E fiquei com...

Leia mais

Papo Maternativa

Disruptivo

Leia mais
Por Marina Ribeiro* Sei que nada será como antes, amanhã. Milton Nascimento Boomers foram criados para “se estabelecer”. A mulher nascida até a década de 60 deveria crescer, casar e ter filhos. O homem, crescer, encontrar um emprego, no qual permaneceria, se fosse competente e tivesse sorte, o resto de sua vida. Era uma geração de um casamento, um emprego, muitos filhos. As mulheres não tinham carreira. Seriam professoras, desde que isso não atrapalhasse o casamento. Manter o casamento saudável era a função primeira a que ela se dedicava. Os filhos eram a segunda ocupação principal. Faz um certo sentido, uma vez que...

Leia mais